
aceitar que as pessoas são como são.
respeitar suas escolhas.
mudar o que for preciso em mim.
regar as sementes boas que já existem em mim.
o resto?
vai acontecendo aos poucos.
e o destino há de ser bom comigo.

vamos lá! onde? não sei...viajar pelo fantástico mundo de mirela... onde tudo pode acontecer! minha cabeça está completamente virada de cabeça pra baixo ( pra variar)... mente cansada, corpo descansado até demais, coração em parte muito bem, em outras nem tanto! longa história! eu acabei de lembrar desse filme! "irreversível". e eu lembro perfeitamente de quando eu assisti e o quanto eu me agarrei à pessoa ao lado, com medo da cena de estupro de 10 minutos que parecia nunca acabar. eu chorei. eu odeio qualquer situação em que a mulher seja incapaz de se impor! odeio. eu acredito que nós, mulheres, temos capacidade de deixar muito broto por ai no chão. pedindo socorro, pedindo para que nós, pobres criaturas fragéis, os socorram. muitos deles acham que temos que concordam com tudo que eles imaginam ser verdades imutavéis. e que na maioria das vezes, são mentiras que suas mães contaram para que seus filhinhos sejam "homens". odeio homem machista que acha que mulher só serve pra sexo. alguns acham que nem pra reprodução nós servimos. nem isso. isso me deixa revoltada. das cavernas, trogloditas, ogros, e afins, entendam a coisa mais simples do mundo... nós: fragéis, irritantes, doces, tpêmicas, compreensivas, possessivas, passionais, racionais, mães, filhas, amigas e etc. somos mais fortes do que vocês podem imaginar! e estamos aqui COM vocês e não por vocês! MULHERES DE TODOS OS PAÍSES, UNI-VOS! (karl marx é exemplo de homem hahaha!)
Em um hospital de seattle, onde pessoas morrem ou conseguem viver por um milagre no último segundo (milagres acontecem o tempo todo), existe uma equipe médica um tanto quanto peculiar. Casais, semi casais, médicos garanhões apaixonados por internas, médica interessada em uma pediatra, um médico mais frio que o RS, e tantos outros. E se você pudesse passar momentos do lado de alguém que você ama, mas que já deixou esse mundo? Supondo que você já tenha um companheiro, vivinho até demais, o que você faria? Difícil escolha. Eu não faço a menor idéia do que eu faria. Ainda mais com ele dizendo "eu estou aqui por você". No começo não dá pra entender. O toque, beijo, sexo com o ex-noivo, que morreu, ou com o espírito dele. Mas como você vai conhecer a mãe dele, se ele já morreu? Como você vai ter filhos com alguém que não está mais nesse mundo? Então, é hora de dizer adeus. E entender o que ele pretendia quando dizia "eu estou aqui por você". Paraíso e inferno. Sabe? Alucinações nunca são bons sinais. Eu sinto cheiro de doença, e não é de uma gripe, mas daquelas que mostram o quanto nós, seres humanos, não somos nada. O quanto nós devemos viver e fazer nossas escolhas. Pra talvez, em um outro plano e com muito estudo, entendermos o que realmente somos.

